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8 tendências que transformarão lojas e shoppings

30 de outubro de 2016 |by Rommel | 0 Comments | Blog | , , , ,

Conheça os 8 fatores que transformarão o varejo e os shopping centers. Tendências levantadas no relatório Envision 2020, do ICSC

VEJA O QUE MUDARÁ NO VAREJO NOS PRÓXIMOS ANOS E PREPARE-SE!

O varejo mundial está passando por mudanças profundas, inusitadas e imprevistas. O International Council of Shopping Centers (ICSC), principal entidade mundial do setor de shoppings, acredita que estamos vivendo as mais radicais transformações dos últimos 60 anos. Em seu relatório Envision 2020, a entidade indica oito fatores que terão um forte impacto sobre o varejo nos próximos cinco a dez anos:

  • Unificação do varejo online e offline

A convergência do físico e do digital avança rapidamente. Os shopping centers oferecem interfaces digitais cada vez mais sofisticadas, sites com mais recursos e aplicativos mobile para dialogar com consumidores mais e mais conectados. Ao mesmo tempo, varejistas online como Amazon e Bonobos estão abrindo lojas físicas para aumentar o relacionamento com os consumidores.

  • Conhecimento do consumidor

Varejistas e shopping centers estão usando tecnologias como apps, mídias sociais, beacons e geolocalização para conhecer mais os hábitos e preferências dos clientes e aumentar o engajamento com eles.

  • Os shoppings se transformam em comunidades

O que antes eram espaços para comprar produtos está evoluindo para centros de consumo, entretenimento e alimentação, totalmente integrados com a região onde se encontram. Os shopping centers se tornam locais de uso misto, com escritórios, hotéis e apartamentos, com opções de entretenimento como restaurantes, cinemas, academias e spas.

  • O engajamento dos Millennials

Neste ano, a população jovem (os Millennials) superará, nos Estados Unidos, os baby boomers como a maior geração do país em número de pessoas, segundo o Census Bureau (o IBGE americano). Para atender melhor esse público, os shoppings estão oferecendo customização, personalização e sustentabilidade. Estudos mostram que a maioria absoluta dos Millennials prefere comprar em lojas, mas também passa boa parte do dia online, pesquisando produtos. As fronteiras do online e do offline não existem para esses consumidores.

  • O shopping que se torna Centro de Distribuição

Os shopping centers assumirão funções dos Centros de Distribuição do varejo para atender pedidos online e retiradas de produtos nas lojas. Um estudo da consultoria A.T. Kearney indica que 23% dos clientes compram itens adicionais quando vão a uma loja retirar seus produtos adquiridos online.

  • Mais colaboração lojista/shopping

A relação entre administradores de shoppings e lojistas ganhará um aspecto mais colaborativo, com uma troca mais intensa de informações e uso de tecnologias que ajudarão as duas partes a investir recursos de forma mais eficiente.

  • Novos modelos de aluguel

A expectativa do ICSC é que o cálculo do aluguel nos shopping centers mude para refletir o papel das lojas físicas no ambiente omnichannel, passando a levar em conta transações digitais. Aluguel fixo e variável passarão a conviver com modelos que incluam as transações via click & collect e vendas on-line.

  • Aumento dos investimentos

Com novos formatos de shopping centers, o mercado financeiro terá mais motivos para avaliar investimentos no setor varejista. Atualmente, nos Estados Unidos cerca de 10% do portfólio dos fundos de investimentos e financeiras estão de alguma forma relacionados ao setor, um número que deverá crescer de forma significativa nas próximas décadas.

02 de Outubro de 2015

Fonte: onegociodovarejo.com

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Modelo de gestão, foco nas pessoas, sustentabilidade e simplicidade, estratégias de sucesso da Renner

30 de outubro de 2016 |by Rommel | 0 Comments | Blog, Sem categoria | , , , , , ,

Princípios sólidos norteiam a atuação dos mais de 16 mil colaboradores da Lojas Renner, a definição de estratégias no âmbito da governança aos procedimentos cotidianos de atendimento nas lojas e as operações de back office. Em 2013, essas diretrizes foram aprimoradas, com destaque para a revisão do Código de Ética e Conduta, o lançamento da Política de Sustentabilidade e a inclusão da sustentabilidade como Valor da Companhia.

Outro movimento importante foi a incorporação da simplicidade como base para a gestão dos negócios. Com base nos estudos de modelos vencedores de negócios no setor varejista mundial, a Lojas Renner identificou nas principais referências internacionais um traço em comum: estratégias fundamentadas na simplicidade, na confiança nas pessoas e no profundo conhecimento do consumidor. A aplicação dessas diretrizes facilitará o aperfeiçoamento da operação e oferecerá mais agilidade e capacidade de antever as tendências de mercado, com a flexibilidade necessária para adaptar a Companhia ao comportamento da demanda. Para tanto, a Lojas Renner compartilhou esses conceitos com seus colaboradores por meio das Leis da Simplicidade: 1. Confie mais, controle menos; 2. Antes de fazer, pergunte: para quê?; 3. Simplifique brutal com foco no negócio e no cliente; 4. Elimine os melindres, inimigos da simplicidade; e 5. Remova sempre tudo o que o cliente não quer pagar.

 

Gestão da Sustentabilidade

A história pioneira da Lojas Renner no mercado de varejo reflete-se na forma como a gestão da sustentabilidade é incorporada em seu negócio. O compromisso com a gestão responsável envolve todas as atividades, da governança à operação, e é estendido a fornecedores, clientes e demais públicos de relacionamento.

Em um processo contínuo de melhoria, a Companhia vem aprimorando e formalizando suas práticas nesse âmbito. Bons exemplos não faltaram em 2013: foi nesse período que a Companhia publicou sua Política de Sustentabilidade (conheça as principais diretrizes ao lado) e incluiu o tema entre seus Valores (saiba mais no capítulo Governança Corporativa). Divulgada internamente aos colaboradores e disponível para consulta em www.lojasrenner.com.br/ri, a política será comunicada aos demais públicos da Lojas Renner por meio de ações dirigidas ao longo de 2014. Nesse ano também serão definidos indicadores e metas por negócio/setor relacionados às diretrizes.

O ano também foi marcado pela atuação do Comitê de Sustentabilidade, que consolidou as demandas dessa natureza para levá-las ao Conselho de Administração. Para tanto, o Comitê estabeleceu uma agenda de reuniões trimestrais com pautas definidas, o que reflete o amadurecimento da sustentabilidade no negócio.

Entre as ações desenvolvidas em 2013 para minimizar o impacto das operações no meio ambiente, destacam-se duas iniciativas: uma envolvendo o planejamento de um modelo para lojas sustentáveis e outra com impacto na cadeia de fornecedores.

Ainda em processo de estruturação, a primeira loja sustentável a ser certificada da Renner deve iniciar suas operações em 2014 na cidade de Fortaleza (CE). Com o apoio de escritórios especializados e o envolvimento direto de colaboradores da Companhia, estão sendo estudadas alternativas para definir um modelo interno de loja sustentável. Fundamentadas nesse modelo, boas práticas poderão ser compartilhadas e adotadas na padronização de novas unidades, na sua construção e na sua operação.

Outra iniciativa em andamento é o Projeto Sustentabilidade na Cadeia do Jeans, que tem o objetivo de desenvolver a cadeia de fornecedores de revenda de jeans dentro dos pilares da sustentabilidade. Por ser bastante representativo no total de vendas, foi nesse segmento que a Lojas Renner iniciou um processo estruturado de mapeamento e gestão de riscos socioambientais.

Um intenso esforço com fornecedores, por meio de entrevistas e visitas técnicas, identificou a atual situação e os pontos críticos da cadeia em aspectos como definição e gestão de indicadores, gestão de resíduos sólidos, consumo de água, geração e tratamento de efluentes, saúde e segurança do trabalho, economia ambiental e definição de critérios de compras. Ainda nessa etapa, foi aplicada a cada um dos fornecedores a planilha de contabilidade da sustentabilidade, de acordo com a metodologia do Sistema Contábil Gerencial Ambiental (SICOGEA), com algumas adaptações para atender à realidade encontrada nesse setor.

Com base nesse diagnóstico foi possível definir diretrizes de produção sustentável, estabelecendo padrões ideais de atuação, e identificar pontos para serem trabalhados, fundamentado no índice de sustentabilidade encontrado em cada fornecedor pela análise SICOGEA. Na próxima etapa do projeto serão desenvolvidos planos de ação de melhoria para implementação pelos fornecedores, de acordo com sua atual situação, com acompanhamento e apoio da Companhia.

 

Outubro de 2016

Fonte: renner.com.br

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O que faz da Renner a maior varejista de moda do país

30 de outubro de 2016 |by Rommel | 0 Comments | Blog, Sem categoria | , ,

Desempenho da empresa é consistente e, nos últimos cinco anos, supera com folga o de concorrentes diretas em diversos indicadores

São Paulo – A despeito da crise econômica que tem sangrado o setor varejista, a Renner vai muito bem, obrigada.

No acumulado dos 12 meses anteriores a junho, o nicho de tecidos, vestuário e calçados apresentou uma retração de 11,3% nas vendas, segundo o IBGE.

Mesmo assim, o desempenho da empresa é consistente e, nos últimos cinco anos, supera com folga o de concorrentes diretas em diversos indicadores.

No período, ainda que não tenha acompanhado o forte avanço da receita, de 112,49% , seu lucro cresceu 72,22%.

A rival Hering também conseguiu resultados positivos nos dois quesitos, mas em um ritmo bem menor. Seu faturamento subiu 30,45% e os ganhos, 1,46%.

Já Marisa e Riachuelo sacrificaram margens para vender mais. Enquanto a primeira teve um salto de 29,70% no faturamento e uma queda de 119,51% nos lucros, a segunda viu uma expansão de 104,16% na receita, mas um recuo de 38,39% no lucro.

Os números foram compilados pelo professor Marcos Piellusch, coordenador de cursos da FIA (Fundação Instituto de Administração), a pedido de EXAME.com.

O levantamento considera dados anualizados reportados pelas companhias desde junho de 2011 até o mesmo mês deste ano. (Veja detalhes no infográfico ao fim do texto).

A C&A não entra na comparação porque não tem capital aberto no Brasil e, portanto, não divulga balanços.

 

Segredo do sucesso

Agilidade é a palavra-chave para explicar por que a Renner é hoje a maior varejista de moda do país.

Segundo dados da Euromonitor, com crescimento de 5% de participação nas vendas totais do varejo de roupas em 2015, ela ultrapassou a C&A. Guararapes, Marisa, Inditex (dona da Zara) e Hering vêm na sequência.

“O varejo de moda é um segmento que sofre muito com a crise, mas a Renner está ganhando mercado porque entrega o produto que o consumidor quer e tem mercadoria nova com boa frequência”, resume o analista João Mamede, do Santander.

Essa eficiência foi conquistada com projetos implementados há cerca de três anos para desenvolver fornecedores e modernizar a logística.

Hoje, a companhia já tem dois centros de distribuição que atuam sob um sistema conhecido como push-pull, que automaticamente identifica os produtos que faltam nos estoques das lojas e ordena sua reposição.

O resultado é o que especialistas do setor chamam de “assertividade na coleção”: as vendas crescem e com margens maiores, porque a necessidade de liquidar itens encalhados diminui.

A empresa também tem 12 engenheiros dedicados a auxiliar os fabricantes de suas roupas na gestão e ainda os ajuda a conseguir financiamento para crescer, por meio do repasse de créditos contratados do BNDES.

Assim, os parceiros ficam mais preparados para atender a novos pedidos com rapidez.

“O relacionamento da Renner com fornecedores é muito acima da média. Não tem ninguém no Brasil fazendo isso como eles”, diz Mamede.

Outro ponto que merece destaque é o trabalho de marketing e diferenciação de produtos, destaca o analista.

Nos anos 90, o comando de José Galló salvou a Renner ao transformá-la de uma loja de departamento que vendia de tudo em uma varejista de roupas, aos moldes da C&A. Agora, ele dá protagonismo à empresa ao convertê-la em uma vendedora de moda, como a Zara.

Uma pesquisa feita pelo banco UBS no fim do ano passado junto a 500 consumidores mostrou que a Renner, ao lado da C&A, tem a preferência dos clientes em fatores como organização das lojas, bom custo-benefício, variedade de mercadorias, ambiente convidativo e pagamento parcelado.

No quesito preços e promoções, porém, ela perde feio para Marisa e lojas de bairro.

A companhia também desponta em relação à concorrência no rigor para conceder crédito. Ao contrário de outras redes, ela não usa o cartão próprio como um chamariz para vender, mas sim como um serviço complementar.

“A Renner é um exemplo nesse sentido e consegue controlar eventuais pioras de inadimplência muito mais rápido do que qualquer outra”, diz Mamede, do Santander.

No último trimestre, por exemplo, a Riachuelo teve seu balanço prejudicado pelos calotes tomados no segmento financeiro.

“A Renner sabe que ser conservador desacelera o crescimento quando a economia vai bem, mas também não prejudica o resultado na crise”, reforça Gustavo Oliveira, analista do UBS.

 

Roupa certa

A eficiência da varejista gaúcha também é visível em sua margem Ebitda.

O indicador, que mede o potencial de geração de caixa da empresa em relação à receita, se mantém em torno de 19% desde o começo de 2014, com exceção do segundo e terceiro trimestres de 2015, quando ficou um pouco acima. Há cinco anos, ele estava por volta dos 17%.

As outras concorrentes, Hering, Marisa e Guararapes, viram a margem cair no período.

Já quanto à capacidade de transformar a receita em lucro, a Renner perde para a Hering.

Em junho, a margem líquida anualizada da confecção catarinense foi de 17,5%, contra 9,29% na Renner. Nos últimos 12 meses, ambas mantiveram o indicador estável.

As outras pares apresentaram queda intensa no período. A Marisa, inclusive, tem margem negativa, porque vem acumulando prejuízos.

O desempenho excepcional da Hering nesse quesito é justificado por seu modelo de negócios, que difere das demais.

A empresa trabalha com o conceito “asset light”, ou seja, tem poucos ativos fixos e, portanto, demanda menores investimentos (e consequentemente, depende menos do capital de terceiros).

Ao contrário das concorrentes, a Hering tem poucas lojas próprias e trabalha bastante com franqueadas. Não por acaso, sua dívida líquida é “negativa”, o que significa que ela não tem despesa financeira, somente o caixa aplicado.

Já a Renner, em função da abertura de lojas e investimentos na operação, tem se alavancado nos últimos anos. Sua relação dívida líquida Ebitda, que era de 0,55 em junho de 2011, agora está em 1,05.

“Essa alavancagem ainda é saudável. Indica que ela tem capacidade de pagar o passivo financeiro em pouco mais de um ano, já que a dívida é pouco pesada em relação à geração de caixa”, avalia o professor Marcos Piellusch, da FIA.

Apesar do aumento dos encargos, ela segue menos endividada que a Marisa (2,06) e a Guararapes (1,53) – no caso desta, a alavancagem naturalmente é mais pesada, porque ela também atua na manufatura.

“Enquanto a Renner se baseia em fornecedores, a Riachuelo produz 60% do que ela vende”, explica Mamede.

Depender de endividamento não é um sinal negativo, desde que haja controle, lembra o analista do Santander. Com mais capital de terceiros e menos capital próprio, a Renner consegue trazer maior rentabilidade para seus acionistas.

Seu ROE (lucro líquido sobre patrimônio líquido) estava em 25,59% em junho. Hering, Guararapes e Marisa registravam retornos de 23,11%, 7,11% e -4,28%.

Nos últimos cinco anos, porém, o indicador vem diminuindo para todas as empresas analisadas.

 

O que falta 

Apesar do bom posicionamento geral, a Renner ainda está atrás do mercado em alguns conceitos. Sua marca, por exemplo, não é tão forte quanto outras.

“Ainda há muito espaço para conquistar. A C&A, mesmo tendo problemas e fechado lojas nos últimos anos, tem uma marca mais reconhecida”, comenta Oliveira, do UBS.

Nas estratégias digitais e vendas pela internet, ela também perde para a rival, avalia Marcos Gouvêa de Souza, sócio da consultoria de varejo GS&MD.

“Todos os concorrentes, com exceção da C&A, estão atrasados nesse ponto. O crescimento do e-commerce é muito mais rápido do que outros canais de varejo”, afirma.

Gouvêa ressalta que a atuação no digital envolve não só o comércio eletrônico, mas também promoções em mídias online e monitoramento de consumidores.

Além disso, a Renner teria demoroado muito para explorar os formatos de lojas especialistas – como a Camicado, de itens para casa, adquirida em 2009, e a Youcom, marca jovem que era vendida na Renner e se tornou independente.

“É um preciosismo estratégico, eles se concentraram em consolidar o negócio maior”, afirma.

Entretanto, são esses novos formatos que darão fôlego para que a Renner continue a crescer, apostam os analistas.

Hoje, existem 284 lojas da Renner, 72 da Camicado e 52 da Youcom. Até 2021, a companhia espera elevar esses números para 450, 125 Camicado e 300, respectivamente.

“Ela também anunciou que vai testar o mercado no Uruguai (com dois pontos de venda que devem ser inagurados até o ano que vem) e, se der certo, pode ir para outros países da América Latina, como Chile ou Argentina”, comenta Mamede.

Os investidores parecem acreditar na continuidade da trajetória ascendente da Renner, pelo menos no curto prazo. Seu índice preço sobre lucro por ação cresceu nos últimos cinco anos e ficou em 26,25 em junho, bem acima da segunda colocada, a Guararapes, com 14,74.

Já no indicador que mede o valor total da empresa em relação à sua capacidade de geração de caixa, todas as companhias analisadas apresentaram redução. A Hering, porém, sofreu queda mais acentuada.

“O bom desempenho nos resultados, o endividamento controlado em níveis de baixo risco e a excelente rentabilidade para os acionistas explicam os múltiplos elevados”, comenta Piellusch, da FIA.

Na bolsa, a Renner vale quase quatro vezes a Guararapes (16,2 bilhões de reais, contra 4,1 bilhões de reais), mais de seis vezes a Hering (2,8 bilhões de reais) e mais de oito vezes a Marisa (1,8 bilhão). Os dados são da Economatica e datam de 26 de agosto.

 

Efeito Galló

Parte da história de sucesso da Renner também tem nome e sobrenome: José Galló.

Há quase 25 anos na rede, o executivo é reconhecido por administrar a companhia até nos mínimos detalhes.

“Sua liderança é inconteste. Ele é um dos melhores, se não o melhor executivo do varejo”, destaca o analista do Santander.

No começo do ano, a empresa anunciou a extensão de seu contrato como presidente até 2019, quando terá 67 anos. A dúvida que ronda o mercado é: a Renner continuará sendo a Renner sem ele?

Os especialistas ouvidos por EXAME.com acreditam que sua “aposentadoria” trará uma volatilidade inevitável, mas sem grandes preocupações.

“Galló deve seguir no conselho de administração e, além disso, um de seus principais atributos é instalar uma cultura e desenvolver pessoas”, analisa Gouvêa de Souza. “Executivos com o nível de formação para tocar a Renner contam-se nos dedos de uma mão e o próximo CEO deve vir de dentro da empresa”.

2 de setembro de 2016

Fonte: Exame.com

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Caminhão autônomo da Uber faz 1ª entrega: 45 mil latas de cerveja

30 de outubro de 2016 |by Rommel | 0 Comments | Blog, Sem categoria | , , , ,

Depois de rodar cerca de 200 quilômetros, o caminhão, que nasceu de uma parceria entre Uber e Otto, entregou sua carga de 45 mil latas de cerveja.

São Paulo – Pela primeira vez, um caminhão autônomo e sem o auxílio de um motorista humano realizou a entrega de um carregamento. A parceria entre Ubere Otto (uma startup de caminhões que se dirigem) permitiu que 45 mil latas de cerveja fossem de Fort Collins, no Colorado, até Colorado Springs.

A viagem, de quase 200 quilômetros, foi feita em cerca de duas horas pelo caminhão. Para que isso fosse possível, a Otto criou um caminhão todo especial. Ele tem três sensores de detecção a laser distribuídos pelo veículo, um radar localizado no para-choque e uma câmera de alta precisão acima do para-brisa, segundo informações do site da Wired.

Dentro do caminhão, dois botões são instalados para que o sistema autônomo seja ligado. Um fica localizado perto do volante e outro, na cabine atrás dos bancos dianteiros. Um computador transforma os dados em instruções de direção. A tecnologia deve  funcionar em qualquer caminhão com uma transmissão automática, afirma a Otto.

A Otto foi lançada em janeiro deste ano e, desde então, tem crescido rapidamente. Em maio, a startup tinha um protótipo de caminhão autônomo. Menos de três meses depois, a Uber comprou a Otto por quase 700 milhões de dólares. Juntas, as duas estão trabalhando na UberFreight, um serviço para facilitar negociações de fretes entre caminhoneiros e gestores de frotas.

Além deste esforço, a Uber vem trabalhando em outros tipos de veículos autônomos. Recentemente, a companhia fechou uma parceria com a Volvo e fez seu primeiro teste com carros autônomos nos Estados Unidos.

Carros autônomos são bacanas, mas caminhões com esse tipo de sistema prometem chegar antes nas estradas. Isso porque eles são mais práticos e não precisam lidar tanto com pedestres.

De acordo com o Atlas da Acidentalidade no Transporte Brasileiro feito pelo Programa Volvo de Segurança no Trânsito (PVST), dos 122.007 acidentesregistrados nas rodovias federais brasileiras em 2015, 37.376 envolveram caminhões. O resultado foram 19.850 feridos e 2.809 mortos. Veículos autônomos nas estradas prometem quedas nas taxas de acidentes e de vítimas.

Veja a entrega no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=Qb0Kzb3haK8

Fonte: Exame.com e reprodução youtube.com

 

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